“Esse é o gaúcho mais baiano que já conheci.”
(Danilo d’Ávila, compositor - MG / RJ)




“Nada contra os roqueiros, mas aleluia. Finalmente um artista disposto a seguir a trilha da música popular brasileira – sublinha-se a “brasileira” que vinha de Noel, Ismael e etceteraetel, passou por Chico Bua
rque parecia estar se apagando. Otávio Segala não só identificou a trilha no meio de tantas pagadas falsas como vai por ela do seu próprio jeito, sem imitações ou saudosismo.E sem xenofobia: cabem todos os estilos no seu estilo, do chorinho ao blues. O que distingue a estirpe não é o ritmo, é o gosto pela letra bem achada e melodia inteligente.
Bendita Novidade!”
(Luís Fernando Veríssimo, escritor - RS)


“Que felicidade termos Otávio Segala em nossa história de vida e arte! Ele tem um trabalho especial, autêntico e de primeira qualidade.
Merecemos e agradecemos. Saravá, Otávio!”
(Cybele Freire, cantora do Quarteto em Cy - BA / RJ)


“Gostei do trabalho do Otávio Segala. Compõe bem. Melodia, harmonia... tudo certo!

Também gostei da sua voz. Canta bem”.
(Leila Pinheiro, cantora e intérprete - PA / RJ)



“Num país onde os moços são massacrados por ruídos primários e alienígenas, Otávio Segala faz música, encontro harmônico do som com o espaço.

É craque compositor”.
(Fausto Wolff, escritor e poeta - RS / RJ)



“Repertório inédito com diversidades de ritmos
e uma sensibilidade poética e musical únicas”.
(Jornal Correio do Povo, Porto Alegre - RS)


“Ouvi Otávio Segala, pela primeira vez, num pequeno café em Ipanema. É vocalista, instrumentista e compositor de primeiríssima categoria. É raro encontrar todas estas características em um artista. Merece ser ouvido no Brasil e pelo mundo”.
(Alex Ladd, escritor - RJ / New York, USA)



“Otávio Segala não faz arte reflexa, macaqueando os outros. Faz tudo amalgamado no cadinho mestiço da música popular brasileira. Samba, marcha, bossa, baião, toada, seresta, canção... Está tudo lá, canibalizado e recriado com a força universal daquele tipo de melodia que entra pelo ouvido, fica rodando, rodando, rodando na cabeça da gente e... não sai! Proeza que ele consegue sem abrir mão do requinte melódico. Numa conciliação difícil e incomum, suas composições juntam a sofisticação com a facilidade de ouvi-las. A música de Otávio Segala é auto-explicativa. Você vai enxergar o país, vai ver como o artista entra na vida do seu povo, vai reconhecer algo de muito familiar e vai, sobretudo, entender como o intérprete completa o compositor".
(Marcelo Canellas, repórter, escritor, compositor - RS / DF)


“Otávio Segala imita com a voz o som do trompete, do bumbo, dos elementos da natureza; batuca numa caixa de fósforos; confere a suas falas a entonação precisa –

a terna ironia, o choro “fugido da dor” -;
movimenta as mãos e os músculos da face como um contador de histórias que povoa de imagens o ar; em síntese, pisca o olho para o público.
É namoro com direito a serenata.
Assim ingressamos no reino da delicadeza perdida”.
(Márcia Barbosa, doutora em Letras - RS)



“O samba de Otávio Segala une o tradicional a sua própria concepção de novidade de música, talvez até inconscientemente. O resultado disso é uma música moderna, nova que não renega raiz. Tem malemolência e é um samba culto, estudado. Consegue unir, trazer no samba a bossa nova. Começa formal, inverte e descamba pro inusitado com harmonia que se presta ao improviso e a poética não é solta, não é desvinculada de um tema. Traz consigo o exotismo do jazz, a modinha, a milonga, ciranda e afro-brasileiros. Tanto pode ser arranjado com quarteto de cordas como com cuíca, reco-reco e frigideira. Tem uma informação cultural imensa com elementos de influências depuradas, mas com uma sonoridade personal. Não é “mesmeiro”, a assinatura é dele”.
(Alexandre Florez, compositor e intérprete - RS)




“Falar de Otávio Segala é chover no molhado. Durante suas apresentações, ficamos sem saber se ele é o violão ou o violão é ele. Ou uma coisa só. O cara simplesmente brinca, desconcerta e hipnotiza. Tem uma mão direita poderosa. Suingar, para ele, é tão natural quanto respirar. Além do mais é dono de um carisma espontâneo, descontrai o ambiente e põe a platéia na palma da mão. O Brasil - que inventou o samba, o choro, o baião e a bossa nova, gêneros musicais de riqueza inconteste - foi transformado, de algumas décadas para cá numa grande lata, onde se deposita criminosamente o lixo sonoro que o mundo produz. E o brasileiro vai lá, fuxica, cata e agradece, mas isso é só por enquanto até você ouvir um samba de Otávio Segala".
(Raul Boeira, compositor e músico - RS)


"Segala é a sensibilidade pura injetada na veia sem anestesia. Não é só um artista, ele é a própria arte dedilhando o violão e alisando a alma da gente fazendo retumbar, em cada acorde, nossa caixa torácica. Sua música é entrecortada por uma prosa inteligente que nos faz rir, pausar o riso e pensar, casando a emoção e a razão num mesmo "star". A primeira vez que fotografei Segala, percebi o abraço introspectivo que ele dá em seu violão, enquanto retira dele cada canção. Seu violão não é um instrumento, mas um pedaço de seu cicatrizado coração. No palco faz a soberana transcendência e dá vida pulsante à música do Brasil.
Oxalá!!!"
(Marlene Reinaldo, fotógrafa e produtora - RS)


“Estupendo o que Segala faz com a música: traduz sentimentos. Surpreendo-me ainda (não sei bem o porquê), pois transformar sentimentos em letras, som e poesia, isto sim é para poucos mortais. E alguns deles estão tão perto (ah, agora entendo) que, talvez esqueçamos, que já são imortais por seus atos ... estupendos...”

(Ronaldo Canabarro, professor de história - RS)



"Fremem em suas veias tambores brasileiros. Do vento que lhe chega à Boca em seu Monte, sopram flautas pampeanas. Da caixa de madeira com fios de náilon, desce todo um povo, com sua bateria, suas alas fantásticas de passistas, baianas, velhas guardas e alegorias. É a concentração de tempos da nossa música dando um salto de qualidade: donde a pedra caiu, seus círculos se expandem em ondas de força e harmonia...

A bênção, Mestre Segala!”
(Giovanni Mesquita, professor de história e compositor - RS)




"Será que pessoas que escutam música pop, que fala de sexo casual e drogas, conseguem entender a "fragilidade" e a beleza da arte que Sir Segala transpira?"
(Denise Pacassa, estudante universítária - RS)



" É perfeito, não de tudo certinho, mas perfeito porque é fato, concreto, de aprender a andar de bicicleta em linha reta e pensar: agora consegui! Aquela certeza infantil, dentro do lúdico, mas amadurecida."
(Fabiana Beltrami, radialista e produtora de áudio visuais - RS)



"Recordo bem do dia em que me emprestaste teu caderno de MPB para que eu também me embretasse pelas pulperias noturnas da nossa Santa Maria da Boca do Monte. Aquelas fotocópias de teu repertório viraram Bíblia, Corão, Torah no meu sacerdócio pelos bares do Rio de Janeiro. E no Rio, na Tijuca, numa primavera de 2004, fagulhas chisparam em nossas mentes com lúdicos golpes brasileiros de licor de butiá e chimarrão. Segala poetizou ao violão. Dedos de Midas. Os meus parcos e despretenciosos versos de "Praça Onze" (nossa primeira parceria) ganharam vestimenta nobre, à la João Gilberto. Bossa novíssima em forma de manto apolíneo recém desfraldado, direto de Olimpo.
Que te mantenhas sempre conectado em banda larguíssima com o Arquiteto do Universo.
(Marcelo Coelho, jornalista e músico - RS / RJ)